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Assim como nos últimos cinco anos, Hong Kong segue sendo a cidade mais visitada do mundo. Apesar de ter registrado uma queda de 8,7% no número de visitantes em relação a 2018, a metrópole chinesa anotou 26, 7 milhões de chegadas na projeção deste ano.

O ranking é fruto de um relatório da Euromonitor International, empresa global de pesquisa de mercado, que reúne cerca de 400 cidades para compor o relatório.

Como o ranking foi fechado antes de novembro e dezembro, a empresa realiza um cálculo estimado que contemple o quantitativo que esses dois meses ainda vão gerar.

Atrás de Hong Kong, a segunda cidade mais visitada também segue sendo Bangkok, a capital da Tailândia, e o terceiro lugar ficou com Macau, na China.

O Rio de Janeiro, cidade brasileira mais bem colocada, sai do ranking das 100 mais visitadas, apesar de ter registrado aumento no número de chegadas.

Em 2018, ocupou o 98º lugar, mas, levando em conta os números de 2019, a projeção derruba a cidade em seis posições. No ano passado, foram 2, 2 milhões de chegadas na capital fluminense. Neste ano, foram 2, 3 milhões de chegadas.

Segundo Marília Borges, analista sênior da Euromonitor International, a Copa América e o Rock in Rio ajudaram a manter o Rio na faixa de dois milhões de turistas.

“Investimentos em atrações turísticas, como a roda-gigante Rio Star, dão senso ao movimento dessas empresas. Além disso, a deterioração do real frente ao dólar acaba tornando o destino mais atrativo aos turistas que vem do Hemisfério Norte. Todos esses fatores podem contribuir para que o Rio de Janeiro mantenha a posição frente a ascensão de outras cidades que passam a ganhar popularidade”, disse ao G1.

Cada chegada é contada separadamente e inclui pessoas que viajam mais de uma vez por ano e pessoas que visitam várias cidades durante uma viagem.

As chegadas abrangem todos os propósitos da visita, como negócios, lazer e encontros com amigos e parentes.

Os analistas excluem visitantes domésticos, visitantes do mesmo dia, pessoas em trânsito e passageiros de cruzeiros, pois, segundo a Euromonitor International, isso pode distorcer números de chegadas em importantes passagens de fronteira e destinos de cruzeiros, respectivamente.

O relatório exclui também pessoas com emprego remunerado no exterior. Estudantes que ficam no país por um período superior a 12 meses são excluídos e são considerados residentes temporários.

Militares também não entram na conta.

By: G1 Turismo