A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) divulgou que a bandeira tarifária na conta de energia elétrica será vermelha desde o final do mês de outubro, ou seja, com acréscimo de R$ 3,50 a cada 100 quilowatts-hora (kwh) consumidos na conta de luz.

Um dos setores que “sofrerá” com a cobrança do consumo de energia é a rede hoteleira. De acordo com uma pesquisa realizada pelo IBGE em 2016 – Pesquisa de Serviços de Hospedagem – há em torno de 31.299 estabelecimentos no país, que possuíam 1.011.254 unidades habitacionais (suítes, quartos e chalés) e 2.407.892 leitos.

A maior parte da rede hoteleira do Brasil está no Sudeste com 41,8% dos estabelecimentos. Em segundo vem o Nordeste com 23,6%. São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia são os estados líderes em número de estabelecimentos de hospedagem e, juntos, são responsáveis por 48% do total dos hotéis.

Para driblar os custos, muitos hotéis têm buscados energias alternativas. A energia elétrica chega a compor com 3 a 7% os custos dos hotéis, dependendo do modelo e conceito de serviços.

Em termos de energias alternativas a preocupação passa pelo aquecimento de água de chuveiros, piscinas, água de preparo na cozinha, Saunas e Spas, quanto existentes.

A solução tem sido buscar tecnologias mais eco-eficientes, energia solar e mesmo uso de matérias primas mais baratas, como resíduos de madeiras e outras biomassas.